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Este conjunto de faróis e farolins não assegurava a cobertura integral das águas territoriais da República Democrática de São Tomé e Príncipe. Numa área significativa os navegadores não dispunham de qualquer farol ou farolim para conduzir a navegação. Todos estes faróis e farolins estavam inoperativos em 1993 e muitos deles há mais de uma dezena de anos, como resultado da falta de acções de manutenção / reparação e também de alguns actos de vandalismo. A situação encontrada caracterizava-se:
Pela existência das mais elementares e básicas carências de ajudas à navegação nas aguas territoriais de São Tomé e Príncipe. Por não estar a ser assegurado um contributo importante e indispensável para a segurança da navegação através do fornecimento de um serviço público de ajudas à navegação. Por não estarem a ser aplicadas as resoluções e recomendações internacionais relativas à segurança marítima, promulgadas pela INTERNATIONAL MARITIME ORGANIZATION (IMO) e pela INTERNATIONAL ASSOCIATION OF LIGHTHOUSE AUTHORITIES ( IALA ). Pelo desaparecimento no mar das embarcações e a consequente perda de vidas humanas e de bens. Pela limitação da prática da navegação nocturna e a consequente ineficiência das comunicações marítimas. Pelas limitações ao exercício da actividade pesqueira e de outras actividades marinhas.
3 - Objectivos do projecto
Colocar à disposição dos navegantes, ajudas visuais à navegação marítima, que contribuam para uma prática e condução da navegação mais segura e eficiente nas aguas territoriais de São Tomé e Príncipe. Contribuir para a segurança marítima em geral, incluindo a segurança dos bens e para salvaguarda da vida humana no mar (Convenção SOLAS 74). Contribuir para a melhoria da operacionalidade das vias de comunicação marítimas e para a eficiência dos transportes marítimos. Criação de uma rede de sinalização marítima (faróis e farolins) adequada às necessidades da nave
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